Este artigo analisa criticamente a Constituição Dogmática Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II, à luz do Magistério tradicional. Destaca ambiguidades como a expressão “subsistit in”, o ecumenismo, a colegialidade episcopal e a visão sobre os leigos, contrastando esses pontos com os ensinamentos pré-conciliares da Igreja Católica.